R$46,71
-10% OFF
R$51,90
3 x de R$15,57 sem juros
Ver mais detalhes
Frete grátis a partir de R$99,00
Não acumulável com outras promoções
Meios de envio
Descrição
Quando admiramos grandes obras como as pirâmides do Egito, a Grande Muralha Chinesa ou Empire State Building nunca paramos para pensar na dor, no sofrimento e até mesmo na morte dos trabalhadores que participaram dessas obras que moveram gigantescos blocos de pedras ou equilibraram-se nas alturas. O mesmo sofrimento se deu nas grandes obras brasileiras como a Rodovia dos Imigrantes, Ponte Rio - Niterói, Hidroelétrica de Itaipu, dentre outras tantas. Quantos mutilados? Quantos mortos? Tantos quanto há silêncio, e quanto silêncio! Ano após ano repete-se, nas linhas de produção, nos transportes, nas escolas, nos supermercados, sempre o mesmo sofrimento. Com muita luta conseguimos reduzir os acidentes, mas não conseguimos eliminá-los. Isso se deve a questão central de que o acidente e o adoecimento são partes da cadeia de exploração do capital. No atual ciclo econômico capitalista, a burguesia está fazendo uma verdadeira guerra social contra os trabalhadores. Os planos de austeridade são cada vez mais cruéis. É preciso reagir. É preciso lutar. E as lutas estão acontecendo em diversos países com muita intensidade espelhadas nas diversas manifestações, greves gerais e impondo ou fomentando crises aos governos. [...]

Autor: Juliana Santos Monteiro
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2019
ISBN: 9788546214709
Número de pág: 176
Sinopse: Quando admiramos grandes obras como as pirâmides do Egito, a Grande Muralha Chinesa ou Empire State Building nunca paramos para pensar na dor, no sofrimento e até mesmo na morte dos trabalhadores que participaram dessas obras que moveram gigantescos blocos de pedras ou equilibraram-se nas alturas. O mesmo sofrimento se deu nas grandes obras brasileiras como a Rodovia dos Imigrantes, Ponte Rio - Niterói, Hidroelétrica de Itaipu, dentre outras tantas. Quantos mutilados? Quantos mortos? Tantos quanto há silêncio, e quanto silêncio! Ano após ano repete-se, nas linhas de produção, nos transportes, nas escolas, nos supermercados, sempre o mesmo sofrimento. Com muita luta conseguimos reduzir os acidentes, mas não conseguimos eliminá-los. Isso se deve a questão central de que o acidente e o adoecimento são partes da cadeia de exploração do capital. No atual ciclo econômico capitalista, a burguesia está fazendo uma verdadeira guerra social contra os trabalhadores. Os planos de austeridade são cada vez mais cruéis. É preciso reagir. É preciso lutar. E as lutas estão acontecendo em diversos países com muita intensidade espelhadas nas diversas manifestações, greves gerais e impondo ou fomentando crises aos governos. [...]