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Descrição
Nestes tempos corrosivos, de vingança do capital contra o trabalho, de regresso sócio econômico do Brasil, a relação Casa Grande & Senzala, a existência e a continuidade de projetos como o que deram origem a esse trabalho se colocam na trincheira da resistência, do enfrentamento, e da produção de políticas públicas para jovens trabalhadores/as. Temos um produto acadêmico que também é manifesto político que afirma a emancipação ao unir trajetórias vividas, no processo de luta contra a precarização e a violência do cotidiano das relações num país de capitalismo tardio, periférico, subordinado e dependente, com profundas heranças coloniais escravocratas. Temos mais inspiração e apoio para nos insurgir contra governos que têm a agenda para destruir a Constituição de 1988. Governantes que tentam impor um Estado de exceção, restringir e tutelar a democracia, e criminalizar aos movimentos sociais, sindicatos e organizações políticas que defendem a democracia e o Estado de direito. São muitas aprendizagens, de negações da Ideologia do Capital Humano, da Pedagogia das Competências e de adestramento para o capital, na batalha pela promoção do saber produzido no fazer do trabalho e da vida. - Helder Molina, professor na UERJ

Autor: Bruno Miranda Neves
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2019
ISBN: 9788546215928
Número de pág: 388
Sinopse: Nestes tempos corrosivos, de vingança do capital contra o trabalho, de regresso sócio econômico do Brasil, a relação Casa Grande & Senzala, a existência e a continuidade de projetos como o que deram origem a esse trabalho se colocam na trincheira da resistência, do enfrentamento, e da produção de políticas públicas para jovens trabalhadores/as. Temos um produto acadêmico que também é manifesto político que afirma a emancipação ao unir trajetórias vividas, no processo de luta contra a precarização e a violência do cotidiano das relações num país de capitalismo tardio, periférico, subordinado e dependente, com profundas heranças coloniais escravocratas. Temos mais inspiração e apoio para nos insurgir contra governos que têm a agenda para destruir a Constituição de 1988. Governantes que tentam impor um Estado de exceção, restringir e tutelar a democracia, e criminalizar aos movimentos sociais, sindicatos e organizações políticas que defendem a democracia e o Estado de direito. São muitas aprendizagens, de negações da Ideologia do Capital Humano, da Pedagogia das Competências e de adestramento para o capital, na batalha pela promoção do saber produzido no fazer do trabalho e da vida. - Helder Molina, professor na UERJ