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Descrição
Este livro trata de uma investigação acerca dos impactos do Programa Acessa SP, do Governo do Estado de São Paulo, especificamente em assentamentos rurais. O foco é verificar se o idealizado pelos coordenadores e gestores do programa realmente foi concretizado nos postos instalados nos assentamentos, além de destacar as diferenças locais, a quem se destinava o programa e como esse público o estava (re)significando. O livro aborda também cursos de informática e internet elaborados para os assentados, os motivos destes em realizar o curso; os significados dos mesmos para o cotidiano dos participantes, além de analisar se os cursos possibilitaram algum tipo de mudança em suas vidas. A análise se baseou no entendimento de que os saberes acadêmicos e institucionais que orientam a formulação e implantação de projetos de inclusão digital são transpostos às distintas comunidades, aqui especificamente de assentamentos rurais. Considera-se que esse saber pressupõe uma (re)significação da tecnologia pela comunidade a partir de suas próprias categorias simbólicas, reorientando os significados da inclusão digital.

Autor: Cátia Regina Muniz
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2017
ISBN: 9788546210602
Número de pág: 320
Sinopse: Este livro trata de uma investigação acerca dos impactos do Programa Acessa SP, do Governo do Estado de São Paulo, especificamente em assentamentos rurais. O foco é verificar se o idealizado pelos coordenadores e gestores do programa realmente foi concretizado nos postos instalados nos assentamentos, além de destacar as diferenças locais, a quem se destinava o programa e como esse público o estava (re)significando. O livro aborda também cursos de informática e internet elaborados para os assentados, os motivos destes em realizar o curso; os significados dos mesmos para o cotidiano dos participantes, além de analisar se os cursos possibilitaram algum tipo de mudança em suas vidas. A análise se baseou no entendimento de que os saberes acadêmicos e institucionais que orientam a formulação e implantação de projetos de inclusão digital são transpostos às distintas comunidades, aqui especificamente de assentamentos rurais. Considera-se que esse saber pressupõe uma (re)significação da tecnologia pela comunidade a partir de suas próprias categorias simbólicas, reorientando os significados da inclusão digital.