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Descrição
Este livro, resultado de uma tese de doutoramento, aborda as modificações que tendem a sofrer as leis de reprodução ou de movimento do capital na medida em que, em uma conjuntura de crise, formas neoliberais avançam e procuram dar o tom determinante da própria transição. Arranjos institucionais são articuladamente reconfigurados, em suas dimensões corporativas, classistas, político-ideológicas, institucionais, na perspectiva de uma nova estratégia de desenvolvimento em relação ao declínio das fronteiras nacionais e à criação de vantagens diversas a uma região/território para atrair investimentos e viabilizar lucratividade diferenciada como forma inexorável de competir e se integrar ao âmbito mundial dos negócios. Com enfoque na indústria automobilística, em particular a experiência da Ford na Bahia, o autor busca compreender como na época da globalização as empresas multinacionais utilizam-se dos Estados, tanto em nível nacional quanto em suas configurações locais, para assegurar vantagens que lhes permitam a reprodução do capital com o mínimo de risco possível.

Autor: José Rubens Monteiro Teixeira
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2016
ISBN: 9788546201501
Número de pág: 428
Sinopse: Este livro, resultado de uma tese de doutoramento, aborda as modificações que tendem a sofrer as leis de reprodução ou de movimento do capital na medida em que, em uma conjuntura de crise, formas neoliberais avançam e procuram dar o tom determinante da própria transição. Arranjos institucionais são articuladamente reconfigurados, em suas dimensões corporativas, classistas, político-ideológicas, institucionais, na perspectiva de uma nova estratégia de desenvolvimento em relação ao declínio das fronteiras nacionais e à criação de vantagens diversas a uma região/território para atrair investimentos e viabilizar lucratividade diferenciada como forma inexorável de competir e se integrar ao âmbito mundial dos negócios. Com enfoque na indústria automobilística, em particular a experiência da Ford na Bahia, o autor busca compreender como na época da globalização as empresas multinacionais utilizam-se dos Estados, tanto em nível nacional quanto em suas configurações locais, para assegurar vantagens que lhes permitam a reprodução do capital com o mínimo de risco possível.