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Descrição
Essa coletânea se propõe a refletir acerca dos lugares da memória dispersos nos fragmentos da cultura material e imaterial presentes na sociedade, problematizados em textos escritos por pesquisadores-professores oriundos de diversas áreas do conhecimento. Os lugares de memória nascem e vivem do sentimento que não existe memória espontânea, que é preciso criar arquivos, que é preciso manter os aniversários, organizar as celebrações, pronunciar as honras fúnebres, estabelecer contratos, porque estas operações não são naturais (...). E se em compensação, a história não se apoderasse deles para deformá-los, transformá-los, sová-los e petrificá-los eles não se tornariam lugares de memória. É este vai-e-vem que os constitui: momentos de memória arrancados do movimento de história, mas que lhe são devolvidos (...) (Nora, 1993, p. 13) Assim, o rol elencado neste livro trata de temas como: a Arqueologia Pública, Museus de Arte, Ecomuseus e museus sem acervo, Museu dos Povos Indígenas, memória afro, inserção da temática de Museus no currículo de formação de professores, os griots do sertão baiano do Distrito de Maria Quitéria, as louças do Museu Histórico de Londrina, o Museu Casa do Sertão, as fotografias escolares como lugares de memória e ainda a história indígena em manuais didáticos.

Autor: Ana Heloisa Molina
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2018
ISBN: 9788546212477
Número de pág: 316
Sinopse: Essa coletânea se propõe a refletir acerca dos lugares da memória dispersos nos fragmentos da cultura material e imaterial presentes na sociedade, problematizados em textos escritos por pesquisadores-professores oriundos de diversas áreas do conhecimento. Os lugares de memória nascem e vivem do sentimento que não existe memória espontânea, que é preciso criar arquivos, que é preciso manter os aniversários, organizar as celebrações, pronunciar as honras fúnebres, estabelecer contratos, porque estas operações não são naturais (...). E se em compensação, a história não se apoderasse deles para deformá-los, transformá-los, sová-los e petrificá-los eles não se tornariam lugares de memória. É este vai-e-vem que os constitui: momentos de memória arrancados do movimento de história, mas que lhe são devolvidos (...) (Nora, 1993, p. 13) Assim, o rol elencado neste livro trata de temas como: a Arqueologia Pública, Museus de Arte, Ecomuseus e museus sem acervo, Museu dos Povos Indígenas, memória afro, inserção da temática de Museus no currículo de formação de professores, os griots do sertão baiano do Distrito de Maria Quitéria, as louças do Museu Histórico de Londrina, o Museu Casa do Sertão, as fotografias escolares como lugares de memória e ainda a história indígena em manuais didáticos.