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Descrição
Agradável e cativante, o livro mundos do trabalho na cidade da Borracha, fruto de intensa pesquisa e da maturidade intelectual de importantes historiadores, permite que enxerguemos experiências, tensões, demandas e lutas dos trabalhadores amazonenses, ao mesmo tempo em que traça um cenário urbano plural e contraditório, em meio a crises e tensões que afetaram a vida de seus habitantes. No livro, estivadores, marceneiros, tecelões, domésticas, carroceiros e ambulantes, dentre outros, desfilam suas vivências pela urbe manauara e, em vários momentos, nos fazem sentir surpreendentemente próximos de suas agruras e dificuldades, mas também das lutas travadas por mulheres e homens na Manaus da virada para o século XX. Dando visibilidade ao trabalhador urbano, os autores dialogam de forma enriquecedora tanto com a historiografia regional quanto com a nacional, já que, de um lado, rompem com uma renitente tradição de exaltação da modernidade manauara no contexto da economia de exportação da borracha; enquanto, num plano mais amplo, agregam valor ao debate que em todo o país anima atualmente a construção de uma história social do trabalho pensada numa perspectiva efetivamente nacional.

Autor: Luís Balkar Sá Peixoto Pinheiro
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2017
ISBN: 9788546209224
Número de pág: 248
Sinopse: Agradável e cativante, o livro mundos do trabalho na cidade da Borracha, fruto de intensa pesquisa e da maturidade intelectual de importantes historiadores, permite que enxerguemos experiências, tensões, demandas e lutas dos trabalhadores amazonenses, ao mesmo tempo em que traça um cenário urbano plural e contraditório, em meio a crises e tensões que afetaram a vida de seus habitantes. No livro, estivadores, marceneiros, tecelões, domésticas, carroceiros e ambulantes, dentre outros, desfilam suas vivências pela urbe manauara e, em vários momentos, nos fazem sentir surpreendentemente próximos de suas agruras e dificuldades, mas também das lutas travadas por mulheres e homens na Manaus da virada para o século XX. Dando visibilidade ao trabalhador urbano, os autores dialogam de forma enriquecedora tanto com a historiografia regional quanto com a nacional, já que, de um lado, rompem com uma renitente tradição de exaltação da modernidade manauara no contexto da economia de exportação da borracha; enquanto, num plano mais amplo, agregam valor ao debate que em todo o país anima atualmente a construção de uma história social do trabalho pensada numa perspectiva efetivamente nacional.