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Descrição
Memórias da exclusão: narrativas de ex-portadores do Mal de Hansen em Bauru (1945 – 1969) é resultado da pesquisa desenvolvida durante o doutorado em História e Sociedade Social pela Unesp/ Assis. Aqui são apresentadas as memórias de pessoas que viveram e trabalharam em um antigo leprosário na cidade de Bauru, no interior de São Paulo, entre 1945 e o final da década de 1960. Visando a proteção do restante da população paulista de uma endemia de lepra (hanseníase), os doentes foram excluídos da sociedade e passaram a viver nesta instituição sob regras e códigos disciplinares bastante severos. Um triste cenário que foi espaço de conflitos, fugas, táticas e outros artifícios para que os internados não fossem reduzidos a vítimas de uma doença tão estigmatizada. Como esses homens e mulheres se adaptaram à vida em confinamento e quais as alternativas encontradas para suportá-la? Como essas mudanças repercutiram no modo de viver destas pessoas? Para responder a estas questões, foram mapeadas as redes de sociabilidade formadas dentro da instituição que possibilitaram a criação dessas táticas de sobrevivência e resistência, inclusive, a subversão dos códigos disciplinares que lhes eram impostos.

Autor: Carla Lisboa Porto
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2018
ISBN: 9788546212347
Número de pág: 264
Sinopse: Memórias da exclusão: narrativas de ex-portadores do Mal de Hansen em Bauru (1945 – 1969) é resultado da pesquisa desenvolvida durante o doutorado em História e Sociedade Social pela Unesp/ Assis. Aqui são apresentadas as memórias de pessoas que viveram e trabalharam em um antigo leprosário na cidade de Bauru, no interior de São Paulo, entre 1945 e o final da década de 1960. Visando a proteção do restante da população paulista de uma endemia de lepra (hanseníase), os doentes foram excluídos da sociedade e passaram a viver nesta instituição sob regras e códigos disciplinares bastante severos. Um triste cenário que foi espaço de conflitos, fugas, táticas e outros artifícios para que os internados não fossem reduzidos a vítimas de uma doença tão estigmatizada. Como esses homens e mulheres se adaptaram à vida em confinamento e quais as alternativas encontradas para suportá-la? Como essas mudanças repercutiram no modo de viver destas pessoas? Para responder a estas questões, foram mapeadas as redes de sociabilidade formadas dentro da instituição que possibilitaram a criação dessas táticas de sobrevivência e resistência, inclusive, a subversão dos códigos disciplinares que lhes eram impostos.