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Descrição
Esta obra está composta por 08 (oito) capítulos sobre leitura, discurso e produção dos sentidos, tendo como fio condutor as experiências dos autores pesquisadores da área, que retomam a análise do discurso (AD) francesa, a corrente socialista alemã da literatura (ER) e a corrente inglesa da análise do discurso crítica (ADC). Defendemos os processos de leitura, produção dos sentidos e os letramentos críticos como sendo práticas sociais. Não poderíamos deixar de postular, nesta obra, que referenda a leitura, o discurso e a produção dos sentidos nas suas múltiplas abordagens, as ideias de Goodman (1987), Kleiman (2011) e Kato (1985) sobre os processos de cognição (inconscientes) e metacognição (controles conscientes da mente) nos atos de leitura. Por último, abordamos o tema comunicação, afetos e sentidos, em que os estudiosos da área percebem que a fala, por vocação natural, é a fala para outrem, que a mensagem tem como função criar espaços para o encontro com o outro. Charaudeau (1997) afirma também que o homem fala para se pôr em relação com o outro, porque neste sentido vai o elã de sua própria existência.

Autor: Osalda Maria Pessoa
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2019
ISBN: 9788546215140
Número de pág: 168
Sinopse: Esta obra está composta por 08 (oito) capítulos sobre leitura, discurso e produção dos sentidos, tendo como fio condutor as experiências dos autores pesquisadores da área, que retomam a análise do discurso (AD) francesa, a corrente socialista alemã da literatura (ER) e a corrente inglesa da análise do discurso crítica (ADC). Defendemos os processos de leitura, produção dos sentidos e os letramentos críticos como sendo práticas sociais. Não poderíamos deixar de postular, nesta obra, que referenda a leitura, o discurso e a produção dos sentidos nas suas múltiplas abordagens, as ideias de Goodman (1987), Kleiman (2011) e Kato (1985) sobre os processos de cognição (inconscientes) e metacognição (controles conscientes da mente) nos atos de leitura. Por último, abordamos o tema comunicação, afetos e sentidos, em que os estudiosos da área percebem que a fala, por vocação natural, é a fala para outrem, que a mensagem tem como função criar espaços para o encontro com o outro. Charaudeau (1997) afirma também que o homem fala para se pôr em relação com o outro, porque neste sentido vai o elã de sua própria existência.