R$62,91
-10% OFF
R$69,90
3 x de R$20,97 sem juros
Ver mais detalhes
Frete grátis a partir de R$99,00
Não acumulável com outras promoções
Meios de envio
Descrição
A revista Inteligência: mensário da opinião mundial circulou entre 1935 e 1941, sob a direção editorial de Mário Graciotti, médico de descendência italiana que dedicou grande parte de sua vida ao mercado dos impressos. Atuando em diversos periódicos, o intelectual que viria a ser um dos homens mais próximos de Plínio Salgado, chefe integralista, encontrou na revista francesa Le Mois: synthèse de l’activité mondiale um modelo editorial para sua empreitada. Alexandre Andrade analisa, a partir do conceito de ato editorial, que o autor buscou na historiografia francesa, os textos e as caricaturas políticas de Inteligência e os compara com outras fontes que demonstram de que forma eram concretizadas as operações editoriais. Estas, cumpre destacar, vinculavam-se a uma premissa que inseria os idealizadores no campo da direita brasileira que lia o cenário internacional sob este viés autoritário. A obra perpassa fases da revista bem como da vida de Graciotti e contribui para a compreensão de um período marcado por intensas batalhas ideológicas entre grupos que disputavam o poder no cenário (inter)nacional.

Autor: Alexandre Andrade Da Costa
Formato: 16x23cm
Ano de Publicação: 2019
ISBN: 9788546215416
Número de pág: 328
Sinopse: A revista Inteligência: mensário da opinião mundial circulou entre 1935 e 1941, sob a direção editorial de Mário Graciotti, médico de descendência italiana que dedicou grande parte de sua vida ao mercado dos impressos. Atuando em diversos periódicos, o intelectual que viria a ser um dos homens mais próximos de Plínio Salgado, chefe integralista, encontrou na revista francesa Le Mois: synthèse de l’activité mondiale um modelo editorial para sua empreitada. Alexandre Andrade analisa, a partir do conceito de ato editorial, que o autor buscou na historiografia francesa, os textos e as caricaturas políticas de Inteligência e os compara com outras fontes que demonstram de que forma eram concretizadas as operações editoriais. Estas, cumpre destacar, vinculavam-se a uma premissa que inseria os idealizadores no campo da direita brasileira que lia o cenário internacional sob este viés autoritário. A obra perpassa fases da revista bem como da vida de Graciotti e contribui para a compreensão de um período marcado por intensas batalhas ideológicas entre grupos que disputavam o poder no cenário (inter)nacional.