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Descrição
Este livro faz jus ao nome do Estado do qual pretende fazer a história em Tempos de República. Ele narra em vinte e oito capítulos partes das tramas e dos enredos que fizeram e fazem a história do Estado do Maranhão em tempos de República. História de múltiplos atores: afrodescendentes, indígenas, brancos e mestiços, ricos e pobres, católicos e evangélicos, lideranças comunitárias e missionárias, mulheres e homens, meninos e meninas, pastores e pajés, brincantes de boi e de tambor, músicos e intelectuais. Atores que constituíram este espaço, que o conformaram, em disputas físicas, políticas e simbólicas pelo território, que demarcaram fronteiras étnicas, sociais, econômicas, políticas, que nomearam, deram sentidos e significados vários a espaços como: as florestas e as chamadas ruínas verdes, o centro histórico da capital São Luís, os asilos colônias, os quilombos e aldeias, os clubes, as choperias, as ruas, a escola, os babaçuais, os barrancas do rio Mearim, o latifúndio urbano e rural, o casebre e a palafita. Ele é, por si só, um emaranhado de temas, problemas, personagens, metodologias, fontes, aportes teóricos e bibliográficos, deixando patente a diversidade e riqueza da historiografia maranhense contemporânea, testemunhando a rica produção feita hoje nas universidades desse Estado. Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Júnior

Autor: Tatiane Da Silva Sales
Formato: 16x23cm
Ano de Publicação: 2015
ISBN: 9788581485850
Número de pág: 808
Sinopse: Este livro faz jus ao nome do Estado do qual pretende fazer a história em Tempos de República. Ele narra em vinte e oito capítulos partes das tramas e dos enredos que fizeram e fazem a história do Estado do Maranhão em tempos de República. História de múltiplos atores: afrodescendentes, indígenas, brancos e mestiços, ricos e pobres, católicos e evangélicos, lideranças comunitárias e missionárias, mulheres e homens, meninos e meninas, pastores e pajés, brincantes de boi e de tambor, músicos e intelectuais. Atores que constituíram este espaço, que o conformaram, em disputas físicas, políticas e simbólicas pelo território, que demarcaram fronteiras étnicas, sociais, econômicas, políticas, que nomearam, deram sentidos e significados vários a espaços como: as florestas e as chamadas ruínas verdes, o centro histórico da capital São Luís, os asilos colônias, os quilombos e aldeias, os clubes, as choperias, as ruas, a escola, os babaçuais, os barrancas do rio Mearim, o latifúndio urbano e rural, o casebre e a palafita. Ele é, por si só, um emaranhado de temas, problemas, personagens, metodologias, fontes, aportes teóricos e bibliográficos, deixando patente a diversidade e riqueza da historiografia maranhense contemporânea, testemunhando a rica produção feita hoje nas universidades desse Estado. Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Júnior