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Descrição
Organizado em quatro capítulos de leitura agradável, este livro descreve de modo contextualizado, analisando com rigor teórico aspectos qualiquantitativamente das violências praticadas no interior das instituições superiores de ensino no país, focando a UFV, bem como expõe suas dinâmicas psicossociais. Chega a interessantes conclusões. Uma delas aponta para a complexa teia de ações e opressões interseccionadas, de difícil compreensão e explicitação ao primeiro olhar, o qual em geral está treinado apenas para identificar situações violentas e conflitivas afeitas à classe econômica dos sujeitos nelas envolvidos. Outra interessante consideração final se refere à variabilidade do perfil dos perpetradores e das vítimas. Ou seja, mesmo estudantes de grupos mais susceptíveis a sofrerem diferentes violências na UFV (mulheres, LGBTs e negros/as), nem sempre se encontram na posição de subalternas/os e de oprimidas/os, sofrendo a referida violência desferida pelos habituais representantes (em geral, homens, brancos, heterossexuais e não pobres). Evidências empíricas revelam que integrantes dos grupos ditos vulneráveis também podem ocupar posições de agressores, discriminadores ou ofensores, utilizando-se de outras violentas hierarquias estabelecidas por meio dos marcadores de gênero, raça, classe social e/ou orientação sexual. (Tânia Mara Campos de Almeida Professora do departamento de Sociologia da Universidade de Brasília).

Autor: Sales Augusto Dos Santos
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2019
ISBN: 9788546216239
Número de pág: 396
Sinopse: Organizado em quatro capítulos de leitura agradável, este livro descreve de modo contextualizado, analisando com rigor teórico aspectos qualiquantitativamente das violências praticadas no interior das instituições superiores de ensino no país, focando a UFV, bem como expõe suas dinâmicas psicossociais. Chega a interessantes conclusões. Uma delas aponta para a complexa teia de ações e opressões interseccionadas, de difícil compreensão e explicitação ao primeiro olhar, o qual em geral está treinado apenas para identificar situações violentas e conflitivas afeitas à classe econômica dos sujeitos nelas envolvidos. Outra interessante consideração final se refere à variabilidade do perfil dos perpetradores e das vítimas. Ou seja, mesmo estudantes de grupos mais susceptíveis a sofrerem diferentes violências na UFV (mulheres, LGBTs e negros/as), nem sempre se encontram na posição de subalternas/os e de oprimidas/os, sofrendo a referida violência desferida pelos habituais representantes (em geral, homens, brancos, heterossexuais e não pobres). Evidências empíricas revelam que integrantes dos grupos ditos vulneráveis também podem ocupar posições de agressores, discriminadores ou ofensores, utilizando-se de outras violentas hierarquias estabelecidas por meio dos marcadores de gênero, raça, classe social e/ou orientação sexual. (Tânia Mara Campos de Almeida Professora do departamento de Sociologia da Universidade de Brasília).