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Descrição
O trabalho que ora se apresenta consiste em uma importante contribuição para todos os pesquisadores interessado no estudo dos embates envolvendo a abolição da escravatura durante a segunda metade do século XIX, bem como para aqueles voltados à compreensão da sociedade mineira do período, especialmente do termo da cidade de Mariana. De fato, a articulação de ambas as perspectivas permite que se avaliem aspectos do abolicionismo em uma região específica do Brasil, indo-se além das análises que privilegiam a capital do Império ou os grandes centros urbanos. Em Arranjos de vida: Escravidão e liberdade nos tribunais de Mariana, Minas Gerais, Marileide Lázara Cassoli retoma diversas questões levantadas pela historiografia com o intuito de avaliar de que modo elas apareciam e eram tratadas na área que circundava a sede do bispado marianense. Dentre tais questões emerge a tese de que, entre 1850 e 1871 – datas, respectivamente, do fim do tráfico atlântico de escravos no Brasil e da Lei do Ventre Livre –, foi sendo forjada a substituição da lógica paternalista pela atuação do Estado como instância efetiva na mediação das tensões escravistas. Nesse sentido, a constituição de uma legislação nova e específica.

Autor: Marileide Lázara Cassoli
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2018
ISBN: 9788546211739
Número de pág: 216
Sinopse: O trabalho que ora se apresenta consiste em uma importante contribuição para todos os pesquisadores interessado no estudo dos embates envolvendo a abolição da escravatura durante a segunda metade do século XIX, bem como para aqueles voltados à compreensão da sociedade mineira do período, especialmente do termo da cidade de Mariana. De fato, a articulação de ambas as perspectivas permite que se avaliem aspectos do abolicionismo em uma região específica do Brasil, indo-se além das análises que privilegiam a capital do Império ou os grandes centros urbanos. Em Arranjos de vida: Escravidão e liberdade nos tribunais de Mariana, Minas Gerais, Marileide Lázara Cassoli retoma diversas questões levantadas pela historiografia com o intuito de avaliar de que modo elas apareciam e eram tratadas na área que circundava a sede do bispado marianense. Dentre tais questões emerge a tese de que, entre 1850 e 1871 – datas, respectivamente, do fim do tráfico atlântico de escravos no Brasil e da Lei do Ventre Livre –, foi sendo forjada a substituição da lógica paternalista pela atuação do Estado como instância efetiva na mediação das tensões escravistas. Nesse sentido, a constituição de uma legislação nova e específica.