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Descrição
Durante a Segunda Guerra, a política intervencionista norte-americana na América Latina abriu espaço para uma nova diplomacia de reciprocidade e cooperação hemisférica, envolvida em um discurso de aproximação das Américas. Hollywood da Boa Vizinhança apresenta um estudo das mudanças diplomáticas, políticas e culturais ocorridas entre Brasil e Estados Unidos neste período marcante da história do século XX. A criação de uma agência norte-americana de intercâmbio cultural, acordos políticos e econômicos, o Office of the Coordinator of Inter-american Affairs, em 1940, foi fundamental na execução dessa política. Com uma seção voltada para o setor cultural, o Office contava com uma divisão de cinema que produziu filmes documentários educativos que enfatizavam a importância da solidariedade hemisférica. A análise de filmes educativos produzidos por essa agência na década de 1940 oferece uma oportunidade ímpar de entender como estereótipos culturais brasileiros foram forjados na indústria cultural e especialmente no cinema, marcando o imaginário social dessas duas nações até os dias atuais.

Autor: Fernanda Lima Rabelo
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2018
ISBN: 9788546211487
Número de pág: 224
Sinopse: Durante a Segunda Guerra, a política intervencionista norte-americana na América Latina abriu espaço para uma nova diplomacia de reciprocidade e cooperação hemisférica, envolvida em um discurso de aproximação das Américas. Hollywood da Boa Vizinhança apresenta um estudo das mudanças diplomáticas, políticas e culturais ocorridas entre Brasil e Estados Unidos neste período marcante da história do século XX. A criação de uma agência norte-americana de intercâmbio cultural, acordos políticos e econômicos, o Office of the Coordinator of Inter-american Affairs, em 1940, foi fundamental na execução dessa política. Com uma seção voltada para o setor cultural, o Office contava com uma divisão de cinema que produziu filmes documentários educativos que enfatizavam a importância da solidariedade hemisférica. A análise de filmes educativos produzidos por essa agência na década de 1940 oferece uma oportunidade ímpar de entender como estereótipos culturais brasileiros foram forjados na indústria cultural e especialmente no cinema, marcando o imaginário social dessas duas nações até os dias atuais.